Por Redação
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| Jehane Saade Acervo Pessoal |
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| Allan Mazze e Jehane Saade Divulgação |
Mazze. Diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e portador de fobia social (aspersor), Allan encontrou no ateliê de Jehane o ambiente ideal para florescer seu potencial artístico.
"A
Jehane Saade sempre soube que eu não conseguia me adaptar ao ambiente de
grandes empresas. Ela insistia para que eu aceitasse uma oportunidade ao seu
lado e, finalmente, eu vim. Hoje, desenvolvemos tudo de modo super artesanal,
com muito amor e carinho. São coleções especiais e super limitadas que ela
vende diretamente para amigas e para a alta sociedade, além de porta-vinhos
exclusivos para residências sofisticadas com a grife Dijon", revela Allan.
Parceria com a Vicunha e
Origem na Pandemia
O
projeto, que começou como uma rede de apoio durante a crise sanitária, ganhou
corpo graças a parcerias de peso. A matéria-prima que dá vida aos cobiçados
porta-vinhos da marca, por exemplo, foi viabilizada pela Vicunha, a maior
fabricante de denim do país. Jehane Saade relembra a importância desse apoio e
o viés solidário que impulsionou a nova fase da Dijon:
Atualmente, a Dijon se reposiciona não apenas como um símbolo de status e nostalgia da moda nacional, mas como um selo de exclusividade, e sustentabilidade pelo *IPCEAT, além da responsabilidade social e inclusão neurodiversa.
* IPCEAT
– É o Instituto de Pesquisa e Consultoria de Estudos Avançados e Tecnológicos
que promove a sustentabilidade, a inovação e a economia circular no Brasil. Cria
soluções eficientes e rentáveis para organizações, entrega selos de
ecoeficiência e de eficiência em economia criativa para empresas e instituições
públicas ou culturais, além de realizar campanhas de conscientização e diálogos
com a sociedade.



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